
O agronegócio é o setor mais dinâmico da economia brasileira. O aquecimento do mercado de imóveis rurais e agrícolas é resultado direto de movimentos neste mercado.
No Brasil, as propriedades agrícolas tiveram uma valorização de 32% entre julho e agosto de 2021, em comparação ao mesmo período no ano passado. Os dados foram divulgados por um estudo recente da IHS Markit. Especialistas apontam que a demanda por terras rurais permanece forte e com fundamentos sustentados.
O Agronegócio segue aumentando sua produtividade, firmando-se como um dos pilares da economia brasileira. O Produto Interno Bruto (PIB) do Agronegócio alcançou participação de 26,6% no PIB brasileiro em 2020. Esse número representa cerca de R$2 trilhões.
Assim, o Brasil abriu caminho para se tornar o principal exportador mundial nos próximos anos. Em vista da capacidade de expansão de áreas plantadas no país e aumento na produtividade, o futuro é promissor.
A projeção para a produção de grãos é passar dos 251 milhões de toneladas anuais para 318 milhões de toneladas em 2030. Já para 2050, a previsão é chegar a 500 milhões de toneladas. Os números mostram grande potencial de valorização e ganho de capital para os investidores do setor.
Em março de 2021, foi aprovada a lei que cria os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). O projeto altera a lei criada em 1993, que originou os Fundos de Investimento Imobiliário (FII).
A nova modalidade de investimentos abre oportunidade para investidores pequenos e médios. Esses agora podem realizar alocações em ativos que, até então, eram inacessíveis.
Na prática, a proposta permite que o investidor invista em ativos agrícolas. O formato é semelhante às aplicações já conhecidas em imóveis comerciais e shoppings, por exemplo.
Ao contrário de outros ativos produtivos, a terra não sofre depreciação. O comum é que ela se valorize ao longo do tempo.
Seu valor reflete a inflação, demandas demográficas e ganhos na produtividade agrícola alcançados pela modernização de técnicas de cultivo.
É uma estratégia que representa um custo baixo para o investidor e com potencial de gerar um ganho de capital relativamente rápido.
Primeiro, adquire-se terras relativamente baratas, normalmente pastos degradados ou terras com baixa cobertura florestal. O investidor terá que revitalizar a terra: limpar, corrigir a acidez do solo e cultivar até que esta apresente alta produtividade. Neste momento, poderá vendê-la a outro tipo de investidor.
Hoje existem cerca de 200 milhões de hectares de terras degradadas com valores baixos, e não existem fundos no Brasil que realizam esse tipo de operação.
Essa estratégia busca aproveitar a resiliência do setor agro e seu crescimento ano após ano. Com o crescimento da população mundial e o aumento das áreas urbanas, a demanda de produção também cresce.
Em algumas regiões do país, devido ao solo e clima favoráveis, há a possibilidade de mais de duas safras por ano. Além, claro, de uma infraestrutura da cadeia produtiva já em desenvolvimento.
Essa estratégia é bastante conhecida pela produção de culturas de plantio curto ou culturas permanentes. Geralmente em locais próximos a centros urbanos ou com viés de produção sustentável.
É um ativo que possui maior lucratividade e menor volatilidade de preços. Isso porque não se encaixam como commodities e não são dependentes do mercado exterior. Os produtos possuem alto potencial de crescimento por seguirem uma tendência de hábito mundial.
___
Prestamos consultoria personalizada e selecionamos áreas privilegiadas em ambientes naturais. Venha criar e desenvolver o seu projeto imobiliários conosco!
Nossos escritórios estão localizados em Montevideo, no Uruguai, e no Brasil, na cidade de Agudo.
Para mais informações, entre em contato conosco.